A Justiça voltou a rejeitar o recurso interposto pelo partido Podemos, decidindo manter em vigor a suspensão da direcção da formação política.
No pedido apresentado, o partido argumentou que a continuidade da medida estava a causar prejuízos financeiros, dificultando, entre outros compromissos, o pagamento dos salários dos funcionários e das rendas das respectivas sedes.
Entretanto, ao analisar o recurso, a juíza considerou que o Podemos não apresentou elementos de prova suficientes para comprovar os danos financeiros alegados.
Com base nesse entendimento, decidiu não dar provimento ao recurso, mantendo a suspensão da actual direcção do partido.
Desta forma, os dirigentes do Podemos continuam impedidos de exercer as suas funções, enquanto o processo judicial prossegue os trâmites legais.



