De acordo com o Edson Macuácua, o dinheiro do Estado deve ser a base e não o limite do investimento em ciência, defendendo um novo modelo de colaboração que atraia capital privado.

“O financiamento público é o alicerce, mas não pode ser o tecto da nossa ambição. Precisamos de um novo paradigma de cooperação científica focado na mobilização de fundos mediante parcerias público-privadas”, declarou.

Macuácua, destacou ainda a necessidade de fortalecer a ligação entre universidades, centros de pesquisa e empresas da Comunidade dos Países de Língua portuguesa (CPLP), alertando que o sector privado deve ver a investigação nacional como motor de inovação e de competitividade internacional.

 “Devemos criar pontes indestrutíveis entre as nossas universidades, os centros de investigação e o tecido empresarial da CPLP. O sector privado precisa de compreender que a ciência local gera inovação local, o que se traduz em competitividade global”, frisou.

O evento têm duração de dois dias e, conta com a participação do sector privado investigadores e agência de financiamento da ciência da CPLP. (Felizarda Mapanzene)